Alguns setores progressistas, por outro lado, aceitam com demasiada facilidade as promessas de erradicação da pobreza e de emancipação das mulheres que vêm associadas ao microcrédito. Nem o facto de hoje enfrentarmos ainda as consequências de uma crise financeira que teve a sua origem no mercado “subprime” de hipotecas é suficiente para que a generalidade das instituições de solidariedade social e organizações não governamentais de desenvolvimento percebam que dar crédito a quem pouco ou nada tem não é uma ideia brilhante.
Via paper.li