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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>
Meu nome é Luiz Algarra e este é meu diário de pesquisa. Aqui registro os conteúdos que encontro em minhas trajetórias de contato pela rede. Nada aqui é conclusivo, tudo é processo!

Sou ciberneticista conversacional e trabalho com conversações aplicadas a processos de conhecimento em grandes grupos, e incentivo a formação de redes sociais.

Sou consultor organizacional associado-fundador da Papagallis.

Faço palestras interativas, diálogos temáticos em grupo e apresentações em eventos de rede.</description><title>Todo conhecer é um fazer</title><generator>Tumblr (3.0; @luizalgarra)</generator><link>http://luizalgarra.tumblr.com/</link><item><title>DAQUI A POUCO EU SEREI EU</title><description>&lt;p&gt;Não sei o que será daqui a pouco&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;quando estiver com eles&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sei que será diferente de agora com eu sem eles&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando chegar perto espero que me reconheçam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pois se eu for um estranho ninguém saberá que sou eu&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se não souberem que eu sou eu me tratarão como um outro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e não sei como tratam um outro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;porque sempre foi eu que eles trataram como eu&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu serei eu conforme eu que eles conhecem&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mas não exatamente porque apenas posso imaginar o que esperam de eu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posso imaginar mas deconheço&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Imaginando ou desconhecendo sei que o que esperam de eu &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;está à minha espera quando eu os encontrar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Daqui a pouco vou levar eu para dizer coisas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e fazer coisas que esperam de eu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de modo que me reconheçam como eu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pelo que eu imagino e desconheço que esperam de eu&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E eu poderá dizer: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Olá, eu está aqui!&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/23016737056</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/23016737056</guid><pubDate>Sun, 13 May 2012 23:40:56 -0300</pubDate><category>poemas</category></item><item><title>Interaccionismo simbólico, Escola de Palo Alto « Fatimasantoswebfolio's Blog</title><description>&lt;a href="http://fatimasantoswebfolio.wordpress.com/interaccionismo-simbolico-escola-de-palo-alto/"&gt;Interaccionismo simbólico, Escola de Palo Alto « Fatimasantoswebfolio's Blog&lt;/a&gt;: &lt;p&gt;(via &lt;a href="http://www.instapaper.com/"&gt;Instapaper&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/22228239806</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/22228239806</guid><pubDate>Tue, 01 May 2012 21:27:54 -0300</pubDate></item><item><title>Inútil te descrever a paisagem, melhor alinharmos nosso olhar no horizonte</title><description>&lt;p&gt;A inteligência é, cada vez mais, uma plasticidade estrutural que nos permite adentrar e compartilhar mundos consensuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conhecimento não é mais uma informação adquirida mas um valor consensuado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O compartilhamento é um espaço de coordenação entre as pessoas, e não apenas a transmissão de uma informação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aumentar nosso campo pessoal de aprendizagem implica em enxergar além de nossas necessidades mais imediatas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Buscamos aprender o que é relevante, então nossa percepção sobre o cenário em que vivemos deve se expandir para que nosso espectro de interesse pelo novo se alargue.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O melhor modo de ampliar nosso mapa sobre o território que nos cerca é investigar fraternalmente qual é o entendimento de nossos colegas de vizinhança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dúvida de um outro muitas vezes nos parece inoportuna justamente porque não compreendemos a visão de conjunto que ele possui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Viver é compartilhar modos de perceber o que está ao nosso redor, conscientes de que nunca veremos a mesma paisagem.&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/21638345409</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/21638345409</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 05:25:00 -0300</pubDate></item><item><title>Amor e movimento</title><description>&lt;p&gt;Se eu sou &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- sendo a cada momento vivido com os outros - &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;eu mesmo, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;então não há um eu sozinho, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mas alguém que, com outro, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sempre será vir a sendo. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como amar, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;então, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;exclusivamente a um outro &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ou a mim mesmo apenas, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;se amar não é um ou outro, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é movimento?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;                                            Revisado em co-autoria por André Damázio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/21187970965</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/21187970965</guid><pubDate>Sun, 15 Apr 2012 22:57:16 -0300</pubDate><category>poesia</category></item><item><title>QUANDO EXISTE FLUXO, EXISTE COLABORAÇÃO E INTELIGÊNCIA  </title><description>&lt;p&gt;A colaboração não é uma ação, atitude ou comportamento. Nem surge de uma intencionalidade, necessidade ou princípio ético. A colaboração é uma dinâmica intrínseca à auto-regulagem dos sistemas sociais humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todo sistema social humano pode ser chamado assim porque os humanos que o integram conservam seu viver conservando sua integração com o sistema, e conservam o sistema porque ele surge a partir da conservação do viver de cada um em acoplamento estrutural a este sistema. Ou seja, sistemas humanos são sociais apenas nos contextos onde o viver do outro é tão válido para alguém como é o seu próprio viver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não estou indicando uma utopia, apenas relembro de que modo nos constituímos como humanos em nossos nichos primatas, tribais e depois matrízticos, durante milhares de milhares de anos. A conservação do núcleo fundamental de nossa espécie, onde os filhotes eram cuidados, os alimentos eram colhidos e repartidos por todos, as interações eram carinhosas e o coito era uma possibilidade constante, veio a nos constituir como humanos que somos, imersos na linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa perspectiva que traz o homem como um ser constitutivamente co-operativo, capaz de manter coordenações de coordenações mesmo tendo um sistema nervoso fechado, pode parecer idealizada demais, principalmente quando olhamos ao nosso redor nos dias de hoje, mas vale lembrar que é muito recente em nossa história a impessoalidade no submetimento de outros homens, data de no máximo quarenta mil anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não pretendo resgatar aqui toda a epigênese civilizatória que nos trouxe até esta configuração de Homus Arrogans, mas gostaria de lembrar que basta reunir algumas pessoas, principalmente jovens e crianças (desde que criados como humanos), em uma situação sem tensão ou exigências, para vermos emergir comportamentos de amizade, alegria e bem-estar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, considerando os cenários altamente competitivos das instituições das quais fazemos parte (empresas, escolas, igrejas, esportes, etc), a criação de contextos, espaços e oportunidades de encontro humano livre e autêntico, exige abordagens estruturadas, planejamento adequado e conhecimentos sofisticados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A transição das estruturas hierárquicas pautadas pelo comando-e-controle, para as matrizes reticulares, auto-reguladas pela livre expressão dos indivíduos, exige algum tipo de abordagem estruturada. Talvez aí possamos falar em inteligência colaborativa, não como uma valor a ser desenvolvido em grupos humanos, mas como uma linha de ação que venha reconfigurar o uso do tempo, dos espaços e dos acessos entre as pessoas de modo a resgatar seus fluxos de convivência co-inspirativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dizendo de outro modo, a assim chamada inteligência colaborativa pode ser entendida como um conjunto de estratégias que venham a promover a reconfiguração das estruturas hierárquicas de uma organização, na abertura de oportunidades adequadas e possíveis, para que as pessoas possam apenas fluir o que já é inato ao ser humano, a colaboração.&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/21171804597</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/21171804597</guid><pubDate>Sun, 15 Apr 2012 18:47:00 -0300</pubDate><category>colaboração</category></item><item><title>MULTIDIMENSIONALIDADES INTERNAS E AUTONOMIA EM NOSSO VIVER</title><description>&lt;p&gt;Adquirimos nossas identidades nos coordenando com outras pessoas no decorrer de nossa convivência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos ser filhos de uma mãe e um pai, de modo geral, e nos vermos como alguém de uma certa família, derivada de outras famílias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seremos orfãos, talvez, criados por alguém que nos cuidou na ausência de um pai, uma mãe ou ambos, e temos nossa identidade com este que nos acolheu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E fomos alunos, em classes de alfabetização, com colegas de escola, e amigos mais próximos, com quem possivelmente brincávamos no recreio ou perto de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Crescemos em uma moradia, numa localidade onde se falava certo idioma ou dialeto, integrados à cultura de um povo ou grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Convivemos nestes âmbitos diversos, e nos identificamos como membros de alguns destes grupos, entendendo seus códigos, praticando suas condutas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Temos tantas identidades em nós quantas as histórias que vivemos juntos com outros humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em nossas percepções mais íntimas e pessoais, vivemos o que acontece a cada momento em coerência com algum nível de nossas identidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gostamos de alguém como amigo, mas o desprezamos como sócio. Respeitamos alguém como pai, que não nos serve como modelo de profissional, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Transitamos entre contextos distintos nos relacionando com pessoas diferentes em todos eles, e nos ajustamos a tudo isto de modo a viver como queremos viver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo não sendo esquizofrênicos, nem tendo múltiplas personalidades, vivemos conflitos cotidianos entre as coerências de nossas dimensões internas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas vezes reagimos a uma situação num determinado contexto movidos por nossas coerências de um outro contexto, em um choque que traz desconforto para nós e para outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Percebemos a discrepância de contexto entre nosso entorno e nossas ações sempre depois que ocorreu, e vivemos as conseqüências disto como se fosse um erro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando percebemos a partir de qual contexto dizemos o que dizemos, nos sentimos mais preparados para assumir as conseqüências de nossas falas e ações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para percebermos de onde dizemos o que dizemos, vale um diálogo interno reflexivo, que nos ajude a escolher por onde queremos nos conduzir, em cada situação, com cada pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta percepção reflexiva surge como um ato de respeito a si mesmo e aos outros com quem convivemos, numa prática ética de amorosidade humana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não teremos com isto mais controle sobre a deriva de nossas vidas, visto que transitamos em um oceano de complexidades circunstanciais, mas poderemos viver cada momento no bem-estar de nossa autonomia, mesmo quando estivermos sofrendo.&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/20762323386</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/20762323386</guid><pubDate>Mon, 09 Apr 2012 01:26:14 -0300</pubDate><category>biologia cultural</category><category>identidades</category></item><item><title>Quero querer?</title><description>&lt;p&gt;O sofrimento ou a curiosidade podem nos levar à reflexões reveladoras dos critérios que conservamos para escolher em nosso viver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pertencer a determinados contextos relacionais pode trazer sofrimento, quando sofrer é o único modo de pertencer a estes contextos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nossas coerências íntimas, relevantes em contextos no passado, muitas vezes se impõem às situações no presente que não têm nada a ver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somos seres multicontextuais e frequentemente nossos contextos íntimos se colidem em situações de nosso cotidiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas vezes conservamos uma determinada dimensão contextual íntima e, sem percebermos, a aplicamos em outros contextos relacionais distintos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nosso sistema nervoso não percebe que estamos gritando com nosso chefe para responder ao nosso pai, por exemplo. Podemos perceber somente ao refletir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perguntar-se se quero querer o que quero, se quero querer viver como vivo, se quero querer fazer o que estou fazendo, é refletir.&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19521094888</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19521094888</guid><pubDate>Sun, 18 Mar 2012 14:35:00 -0300</pubDate><category>reflexões</category></item><item><title>Sobre imitações e reflexões</title><description>&lt;p&gt;Agimos conservando intimamente nosso pertencimento a algum contexto humano no qual um dia nos aninhamos em nosso viver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um contexto humano é definido pela configuração interna através da qual vivemos como bebê, filho, irmão, criança e aluno, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nossas configurações íntimas no acoplamento dinâmico aos contextos humanos, conservam um pertencimento que nos realiza enquanto humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há possibilidade de não-pertencermos a algum contexto humano, e todo pertencimento passa por nossa assemelhação às condutas do viver no grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para nós a imitação é uma dinâmica oculta fundamental, pois pertencemos aos grupos interagindo na semelhança de seus códigos de conduta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imersos no fluir das interações imitativas, seguimos pertencendo em grupos. Refletir sobre nosso querer permite escolhas liberadoras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Refletir não é ponderar, julgar ou comparar. É perceber os critérios que aplicamos para decidir sobre nossas escolhas.&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19520510735</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19520510735</guid><pubDate>Sun, 18 Mar 2012 14:24:45 -0300</pubDate><category>reflexões</category></item><item><title>Quando você diz COMUNICAÇÃO quer dizer?</title><description>&lt;p&gt;Comunicação é uma palavra tão abrangente, genérica e ambígua que a tomamos em nossas falas como se todos estivessem alinhados em relação aos seus significados. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem pretensão de esgotar o assunto, em um estudo, Robert T. Craig indicou 7 perspectivas da teoria da comunicação que merecem ser apreciados:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Retórica: Comunicação como a arte da prática do discurso.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Semiótica: Comunicação como uma mediação intersubjetiva através dos signos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fenomenológica: Comunicação como a experiência de diálogo com o outro.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cibernética: Comunicação como um fluxo de informação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Socio-psicológica: Comunicação sendo a interação entre indivíduos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Socio-cultural: Comunicação como a produção e reprodução da ordem social.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Crítica: Comunicação é um processo em que todos os pressupostos podem ser desafiado por uma reflexão discursiva.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_T._Craig"&gt;Robert T, Graig na Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://revistacmc.espm.br/index.php/revistacmc/article/viewFile/78/77"&gt;Margens das mídias: comunicação, linguagem e discurso de Rosana de Lima Soares&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19278269112</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19278269112</guid><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 01:54:00 -0300</pubDate><category>comunicação</category></item><item><title>Idéias básicas sobre a comunicação</title><description>&lt;p&gt;Leonard Hawes postulou algumas idéias-chaves acerca da natureza complexa, orientada para o processo, da comunicação. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro postulado é o da concateneidade. Esta é definida como a qualidade de concatenação, de encadeamento ou interconexão entre elementos do processo: &amp;#8220;Cada ato comunicativo afeta e é afetado por toda a corrente de atos de comunicação.&amp;#8221; Por conseguinte, a comunicação nao pode ser dissecada em fragmentos finitos. A pesquisa deve concentrar-se nos processos contextuais e em curso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O segundo postulado é o da simultaneidade. Os comunicadores interatuam entre si simultaneamente, não em seqüência. A comunicação é um processo interdependente. A comunicação é interdependente de duas maneiras. Em primeiro lugar, os comunicadores afetam-se mútua e simultaneamente. Em segundo lugar, as variáveis, no processo de comunicação são interdependentes (correlacionadas, coibidas). Essa qualidade sistêmica tornar-se-a óbvia quando examinarmos algumas teorias especificas de comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comunicação é um processo adaptativo, envolvendo feedback. A comunicação avançada é, sem dúvida, a nossa mais importante faculdade adaptativa. Através da comunicação, adaptamo-nos e ajustamo-nos continuamente ao mundo das pessoas e coisas a nossa volta. Além disso, o indivíduo ajusta e regula constantemente o comportamento através do feedback  durante a comunicação. A interação e verdadeiramente um processo cibernética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comunicação é um processo padronizado de comportamento governado por regras. Comunicamos através do uso de sinais; para que ocorra o entendimento, os símbolos devem ser validados, e o uso governado por regras observado. Além dos postulados de concateneidade e simultaneidade, Hawes também incluiu um postulado de funcionalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comunicação deve funcionar continuamente para sustentar os padrões de relacionamento e as regras apoiadas no uso de símbolos. A comunicação valida as nossas expectativas e, por sua vez, os padrões e regras esperados tornam possível a comunicação. Esse ponto de vista, é claro, fornece uma clara superfície de contato com o interacionismo simbólico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comunicação e um processo hierarquicamente ordenado que inclui subsistemas. Um dos aspectos de muitos modelos sistêmicos de comunicação é que eles vêem o processo em níveis ou hierarquias. As teorias de Thayer e de Ruesch e Bateson são bons exemplos desse enfoque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comunicação é um processo orientado para a cadeia. Em um nível, a comunicação pode ser considerada um processo de duas pessoas; mas, numa perspectiva ampliada, a comunicação envolve muitos indivíduos em grupos, organizações e sociedades. Uma das mais importantes aplicações da teoria dos sistemas são as cadeias de informação e a comunicação de massa. A teoria dos sistemas é particularmente útil no estudo da comunicação organizacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/79216690/Fundamentos-Teoricos-da-comunicacao-Humana-LittleJohn" title="FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO HUMANA"&gt;FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO HUMANA de Stephen W. Littlejohn&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19278181943</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19278181943</guid><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 01:52:07 -0300</pubDate><category>comunicação</category><category>teoria geral dos sistemas</category></item><item><title>Nada mais é muito simples!</title><description>&lt;p&gt;Law (2004), em seu livro “After method: mess in social science research”, ao tentar articular melhor suas posições de que os métodos acadêmicos de investigação tradicionalmente utilizados na pesquisa social não capturam o mundo confuso, caótico e relativamente desordenado da experiência humana, admite não ter qualquer solução pela própria característica efêmera e elusiva da realidade. Mas, sem dúvida, é um convite à reflexão. Segundo ele:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Se o mundo é complexo e desordenado, então pelo menos algum tempo vamos ter que ter para desistir das simplicidades. Mas uma coisa é certa: se nós queremos realmente pensar sobre as desordens da realidade, então nós vamos ter que nos ensinar a pensar, a praticar, a relatar, e conhecer de novas maneiras. Nós vamos precisar nos ensinar a conhecer algumas das realidades do mundo usando métodos não utilizados ou métodos desconhecidos na ciência social (p.2).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.compos.org.br/data/biblioteca_293.pdf" title="O naturalismo metodológico de H. Blumer, contribuições para as práticas de pesquisa em cibercultura"&gt;&lt;a href="http://www.compos.org.br/data/biblioteca_293.pdf%C2%A0"&gt;http://www.compos.org.br/data/biblioteca_293.pdf &lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19226068948</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19226068948</guid><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 03:04:48 -0300</pubDate></item><item><title>zoelestrangesketchbook:

Lalage Snow
Images from the article We...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lypplsyvcX1roboguo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lypplsyvcX1roboguo2_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://zoelestrangesketchbook.tumblr.com/post/16860192989/lalage-snow-images-from-the-article-we-are-not"&gt;zoelestrangesketchbook&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lalage Snow&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Images from the article We are not the dead, linked below. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;I find these images chilling, in how they show the growth and repression of these man, in different stages in their time at war. I feel the portraits somewhat capture a part of their soul. Snow clearly had a good connection with these man, as they allowed her to capture such private and haunting expressions. These are a good example of portraits that represent different stages of their identity and personality. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19185932679</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/19185932679</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 14:47:14 -0300</pubDate></item><item><title>Anotações para uma aula na ESPM</title><description>A partir de: 
&lt;i&gt;Elementos para uma Teoria Geral das Redes de António Machuco Rosa.&lt;/i&gt;

&lt;p&gt;O FATOR BROADCASTING&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante décadas vivemos uma situação artifical onde um centro comum de emissão de informação agia como alavanca de influência do sistema humano. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integrados por uma antena que transmitia informação sincronizada de um-para-todos, vivemos em nossas localidades olhando para uma externalidade síncrona. Um ponto de referência em comum que permitia a alavancagem de comportamentos em alterações de fase repentinas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente com a internet o modelo distribuído vem se impondo progressivamente, e as alavancas do broadcasting parecem não funcionar como antes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, cada vez mais, qualquer comportamento apresentado pelo broadcasting depende de uma onda de aceitação entre os indivíduos que observam outros indivíduos ao seu redor para daí então decidirem se aceitam ou não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E para complicar, as pessoas estão construindo proximidade com pessoas distantes, então o entorno de cada indivíduo pode ser formado por pessoas de qualquer lugar do mundo!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MUDANÇA DE FASE&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seja uma multidão, um campo de flores ou um conjunto de moléculas, podemos influenciar um sistema para que ele se comporte da maneira como desejamos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos falando aqui não de comportamentos complexos mas de alguma característica simples que pode ser resumida em apenas duas possibilidades. Flores polinizadas ou não-polinizadas, átomos com carga positiva ou negativa, pessoas com ou sem tatuagem, por exemplo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos estabelecer que existe um momento onde, a partir dele, a multidão não será mais a mesma de antes, passando a adotar um novo comportamento. Este seria o ponto da mudança de fase.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ALAVANCAS DE MUDANÇA DE ESTADO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Influenciar as partes de um sistema para que ele passe de um estado ao outro é um grande poder! Uma enorme capacidade de controle.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto é possível? Bem, em escala menor podemos dizer que sim. Você pode aplicar calor nas moléculas de água em uma chaleira até passar a água ao estado de fervura. E pode congelá-la em seguida, instantaneamente, se tiver um equipamento suficientemente poderoso para isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então a questão é, de quanta energia precisamos para interferir em um sistema até que ele altere seu estado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tivermos que interferir em cada indivíduo da multidão, em cada uma das flores do campo em um por um dos átomos das cadeias moleculares, a tarefa parece infinita, e a energia para realizá-la, também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas se pudermos interferir em apenas um punhado de indivíduos, e contar com a capacidade de propagação deste grupo em influenciar toda a multidão, daí então fica fácil. Difícil passa a ser determinar quais e quantos seriam estes indivíduos. Sem falar no como e quando, certo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos falando agora de transferência de informação, de como circulam e são aceitas como alavancas de mudança de comportamento em grupos humanos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes do ponto de mudança de fases temos então dois padrões de comportamento que podemos chamar de tendências. E de onde estamos observando este sistema, é compreensível dizer que as tendências competem pela supremacia do sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir das interações locais dos indivíduos emerge um estado global que pode ser analisado como um atrator de comportamento de todo o grupo, ou dizendo de outro modo, a tendência predominante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;REFERÊNCIA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do ponto de vista teórico, a teoria física das transições de fase da matéria forneceu o paradigma para o surgimento da teoria geral dos fenômenos críticos, a qual progressivamente tem vindo a invadir as mais  diversas regiões do conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criada no anos 60 e 70 do século passado, a teoria dos fenômenos críticos tornou-se a principal matriz interdisciplinar do pensamento contemporâneo. Em particular, ela é um elemento essencial para o desenvolvimento de uma teoria geral das redes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ESCOLHAS RACIONAIS E OPÇÕES POSSÍVEIS?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual seria o principal fator de alteração de estado de um indivíduo? Aparentemente seria a razão. Bons argumentos podem contribuir para que os indivíduos tomem decisões fundamentadas. Naturalmente os indivíduos escolheriam o que lhe seria mais vantajoso. Entregar informação ordenada e abundante ajudaria a formar uma opinião sólida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto a observação do comportamento de indivíduos e da multidão aponta para outra direção. As pessoas formam suas opiniões influenciadas por alguém que está ao lado, bem próxima. A imitação é o elemento mais poderoso na formação de idéias, opiniões e comportamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos entender aqui a imitação não como um decisão espontânea tomada por um indivíduo mas sim uma escolha a partir de duas possibilidades, únicos estados possíveis aos componentes daquele sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas escolhem o que percebem, e percebem o que está em seu campo de atenção, e geralmente seus campos de atenção estão focalizados em si mesmos e no que acontece ao seu redor. A maioria de nós vive circunscrito a um local. Enxergamos do mundo apenas a parte que habitamos. Os fatores que afetam a população como um todo só são percebidos pelos indivíduos a partir de algum efeito local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido vivemos interdependentes, limitados a escolhas restritas, imitando-nos uns aos outros. Não há nenhuma realidade objetiva a decidir, apenas o acumular das interações imitativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Características racionalmente comprováveis são facilmente negligenciadas pelas redes socialmente mediadas. Em muitas situações, critérios objetivos de qualidade são praticamente irrelevantes na decisão dos indivíduos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A imitação aponta para um mecanismo instável que apenas se alimenta de si próprio e é indiferente a factores exógenos e objectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando a conexão como uma imitação. Os indivíduos são, em certo sentido, reduzidos a autómatos: imitam-se ou não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerem aqui a imitação como a criação de um link de sua página para uma outra, ou ato de dar um like no facebook, ou um RT no twitter,por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ANOTAÇÃO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A imitação é um atalho no processo de adaptação do sujeito. Sobrevivemos ajustando nosso comportamento ao meio em que vivemos por tentativa e erro. Queimamos muitas etapas e tentativas quando imitamos um outro indivíduo que já apresenta um comportamento adaptado ao meio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;REPRESENTANDO AS REDES&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maioria das representações de redes que conhecemos derivam da teoria dos grafos, mais especificamente a teoria dos grafos aleatórios criada por Erdös nos anos 60 (Erdös, 1960). Ela parte das redes na sua forma mais estilizada: uma rede é composta por nós e pela existência (ou não) de ligações entre esses nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe uma ligação entre dois nós ou não existe: se existir, pode dizer-se que um nó (um indivíduo) imita o outro; caso contrário, não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela tenta representar a estrutura de contágio entre os indivíduos de uma rede.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem modelo matemáticos para estas representações que permitem análises e tomadas de decisões para planejamento e execução de ações justificadas como influenciadoras de sistemas humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;REFERÊNCIAS&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Teoria dos grafos aleatórios (Erdös, 1960).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mundos pequenos de de Watts-Strogatz (Duncan Watts e Steve Strogatz, 1998)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Grafos livres de escala de A. Barabási e R. Albert (Barabási, Albert 1999)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mecanismo de cópia aleatória de Klinberg (Klinberg, 1999)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Modelo da caminhada na rede de A. Vásquez (Vásquez, 2000)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;SIMPLIFICANDO AS REDES&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos tomar as redes como sistemas fechados e lineares. Podemos reduzir e simplificar. Isto facilita a análise dos dados e a tomada de decisões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto não podemos perder de vista que redes humanas são sistemas dinâmicos, complexos e adaptativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E devemos atentar que nossas decisões simplificadas podem gerar uma transformação inesperada num futuro incerto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos modelos matemáticos os estados internos dos nós da rede não são «analisados». &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O único parâmetro do sistema, a ligação ou não-ligação entre os pontos, não é um parâmetro externo, mas sim uma dinâmica intrínseca das redes verdadeiramente auto-organizadas, e aí estaria justamente a sua grandeza fundamental!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PASSANDO DE UMA TEORIA À OUTRA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os indivíduos seriam «caixas pretas» cuja única disposição é a imitação, não se fazendo qualquer hipótese acerca das causas cognitivas ou biológicas que os levam a imitarem-se.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/18624055235</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/18624055235</guid><pubDate>Fri, 02 Mar 2012 18:17:00 -0400</pubDate></item><item><title>Artigo que critica o modelo de microcrédito</title><description>&lt;p&gt;Alguns setores progressistas, por outro lado, aceitam com demasiada facilidade as promessas de erradicação da pobreza e de emancipação das mulheres que vêm associadas ao microcrédito. Nem o facto de hoje enfrentarmos ainda as consequências de uma crise financeira que teve a sua origem no mercado “subprime” de hipotecas é suficiente para que a generalidade das instituições de solidariedade social e organizações não governamentais de desenvolvimento percebam que dar crédito a quem pouco ou nada tem não é uma ideia brilhante.&lt;br/&gt;&lt;a href="http://paper.li/cletopaixao/1307969476"&gt;Via paper.li&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15724422902</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15724422902</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:42:03 -0400</pubDate></item><item><title>Inclusão bancária a partir de celulares com sistema de pagamento móvel</title><description>&lt;p&gt;Viabilizado por diferentes agentes com níveis distintos de participação – operadoras, instituições financeiras ou provedores de serviço de pagamento, o m-payment traz benefícios muito específicos para a população denominada “não bancarizada”.&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=60561:-europraxis-aponta-a-ascensao-da-telefonia-movel-e-da-utilizacao-de-dados-no-brasil-como-tendencias-positivas-para-a-adocao-do-mobile-payment-&amp;amp;catid=48:cat-info-ti&amp;amp;Itemid=329"&gt;Via segs.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15688882732</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15688882732</guid><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 18:31:27 -0400</pubDate></item><item><title>Biblioteca Infoeuropa - Registo bibliográfico - Aprendizagem informal e utilização das TIC nas PME portuguesas : estudo</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.scoop.it/t/tecnologia-e-aprendizagem-informal-informal-learning/p/913278150/biblioteca-infoeuropa-registo-bibliografico-aprendizagem-informal-e-utilizacao-das-tic-nas-pme-portuguesas-estudo"&gt;&lt;img src="http://img.scoop.it/Q-0JYhJihVoQEUNmx5DkIjl72eJkfbmt4t8yenImKBXEejxNn4ZJNZ2ss5Ku7Cxt"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;Aprendizagem informal e utilização das TIC nas PME portuguesasSee it on Scoop.it, via Aprendizagem Informal (Informal Learning) e Tecnologia&amp;#8230;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.scoop.it/t/tecnologia-e-aprendizagem-informal-informal-learning/p/913278150/biblioteca-infoeuropa-registo-bibliografico-aprendizagem-informal-e-utilizacao-das-tic-nas-pme-portuguesas-estudo"&gt;Via scoop.it&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556758767</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556758767</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:22:47 -0400</pubDate></item><item><title>memorando de aprendizagem ao longo da vida</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.scoop.it/t/tecnologia-e-aprendizagem-informal-informal-learning/p/913235562/memorando-de-aprendizagem-ao-longo-da-vida"&gt;&lt;img src="http://img.scoop.it/Q-0JYhJihVoQEUNmx5DkIjl72eJkfbmt4t8yenImKBXEejxNn4ZJNZ2ss5Ku7Cxt"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.alv.gov.pt/dl/memopt.pdfSee"&gt;http://www.alv.gov.pt/dl/memopt.pdfSee&lt;/a&gt; it on Scoop.it, via Aprendizagem Informal (Informal Learning) e Tecnologia&amp;#8230;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.scoop.it/t/tecnologia-e-aprendizagem-informal-informal-learning/p/913235562/memorando-de-aprendizagem-ao-longo-da-vida"&gt;Via scoop.it&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556749947</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556749947</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:22:31 -0400</pubDate></item><item><title>memorando de aprendizagem ao longo da vida</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.scoop.it/t/tecnologia-e-aprendizagem-informal-informal-learning/p/913235562/memorando-de-aprendizagem-ao-longo-da-vida"&gt;&lt;img src="http://img.scoop.it/Q-0JYhJihVoQEUNmx5DkIjl72eJkfbmt4t8yenImKBXEejxNn4ZJNZ2ss5Ku7Cxt"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.alv.gov.pt/dl/memopt.pdfSee"&gt;http://www.alv.gov.pt/dl/memopt.pdfSee&lt;/a&gt; it on Scoop.it, via Aprendizagem Informal (Informal Learning) e Tecnologia&amp;#8230;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.scoop.it/t/tecnologia-e-aprendizagem-informal-informal-learning/p/913235562/memorando-de-aprendizagem-ao-longo-da-vida"&gt;Via scoop.it&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556750276</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556750276</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:22:31 -0400</pubDate></item><item><title>13 ideias radicais para salvar a Educação</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogdaformacao.wordpress.com/2012/01/03/13-ideias-radicais-para-salvar-a-educacao/"&gt;&lt;img src="http://img.scoop.it/JXpHjcbJzeHcQ2ueML6EvDl72eJkfbmt4t8yenImKBXEejxNn4ZJNZ2ss5Ku7Cxt"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;1.  Build new centers for preschoolers, infants, and toddlers, with three teachers per classroom; 2.  Write from scratch standardized tests for all the subject areas and grade levels; 3.  Focus on the arts, music and visual arts and dance; 4.&lt;br/&gt;&lt;a href="http://blogdaformacao.wordpress.com/2012/01/03/13-ideias-radicais-para-salvar-a-educacao/"&gt;Via blogdaformacao.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556743845</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556743845</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:22:20 -0400</pubDate></item><item><title>Citações: John Keynes, sobre a educação</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://aprendersemescola.blogspot.com/2012/01/citacoes-john-keynes-sobre-educacao.html"&gt;&lt;img src="http://img.scoop.it/Ut06AlNCkD-aS6Vx8ZYwJDl72eJkfbmt4t8yenImKBXEejxNn4ZJNZ2ss5Ku7Cxt"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&amp;#8220;Educação: a imposição do incompreensível ao indiferente pelo incompetente.&amp;#8221; - John Keynes&amp;#8230;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://aprendersemescola.blogspot.com/2012/01/citacoes-john-keynes-sobre-educacao.html"&gt;Via aprendersemescola.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556733437</link><guid>http://luizalgarra.tumblr.com/post/15556733437</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 02:22:02 -0400</pubDate></item></channel></rss>

